Desconhecendo-se a data exacta, pensa-se que a Ordem dos Hospitaleiros terá entrado em Portugal no início do século XII. São conhecidas doações feitas por Afonso VII (1104-1157), Rei de Leão, e por D. Teresa (1092-1130), que lhes outorgou o Mosteiro de Leça do Bailio.
Poucos anos depois receberiam carta de couto de D. Afonso Henriques e as terras do Crato das mãos de D. Sancho II (1209-1248), isto no ano de 1232. Nessas terras construiriam um castelo, bem conhecido por quem já teve a oportunidade de passar pela Pousada Flor da Rosa, que hoje lhe ocupa as instalações.
D. Sancho II
Nos séculos seguintes a Ordem manteve a sua presença em Portugal e alargou mesmo os seus domínios. Em 1519 instituiu o primeiro convento feminino, na cidade de Évora.
Tudo terminaria em 1834. Tal como já referi no post Lugares - 29, de 14 de Novembro, a propósito da Igreja de S. Francisco e das Ordens Franciscanas em Portugal, nesse ano todas as ordens religiosas e militares foram extintas, não tendo a Ordem de Malta sido excepção.
Termino com uma pequena referência aos portugueses que chegaram à posição de Grão-Mestre da Ordem de Malta:
D. Afonso de Portugal, entre 1203 e 1206
Fr. Luís Mendes de Vasconcelos, entre 1622 e 1623
Fr. António Manuel de Vilhena, entre 1722 e 1736
Fr. Manuel Pinto da Fonseca, entre 1741 e 1773
Poucos anos depois receberiam carta de couto de D. Afonso Henriques e as terras do Crato das mãos de D. Sancho II (1209-1248), isto no ano de 1232. Nessas terras construiriam um castelo, bem conhecido por quem já teve a oportunidade de passar pela Pousada Flor da Rosa, que hoje lhe ocupa as instalações.
D. Sancho II
Nos séculos seguintes a Ordem manteve a sua presença em Portugal e alargou mesmo os seus domínios. Em 1519 instituiu o primeiro convento feminino, na cidade de Évora.
Tudo terminaria em 1834. Tal como já referi no post Lugares - 29, de 14 de Novembro, a propósito da Igreja de S. Francisco e das Ordens Franciscanas em Portugal, nesse ano todas as ordens religiosas e militares foram extintas, não tendo a Ordem de Malta sido excepção.
Termino com uma pequena referência aos portugueses que chegaram à posição de Grão-Mestre da Ordem de Malta:
D. Afonso de Portugal, entre 1203 e 1206
Fr. Luís Mendes de Vasconcelos, entre 1622 e 1623
Fr. António Manuel de Vilhena, entre 1722 e 1736
Fr. Manuel Pinto da Fonseca, entre 1741 e 1773