Conforme referi num postal que aqui coloquei em Setembro do ano passado (e que pode ser visto aqui) sobre a primeira das três invasões francesas, em Outubro de 1807 Napoleão Bonaparte enviou para Portugal uma força de 28.000 homens, sob o comando de Junot, com um único objectivo: invadir-nos.
Nessa época reinava em Portugal D. João VI, o Clemente, que não ficou por cá a ver como paravam as modas. Mudou-se (apenas de bagagens, as armas eram mais precisas cá...) com as Cortes para o Rio de Janeiro.
Apesar da presença francesa no nosso país ter terminado em 1813, conforme (oportunamente...) descrevi aqui, o regresso de D. João VI a Portugal não se deu de imediato, longe disso. Tal só viria a acontecer em Julho de 1821, provocado pelos acontecimentos que entretanto se precipitaram.
D. João VI
A prolongada ausência do rei não era o único motivo para o descontentamento que se foi gerando. Para tal contribuiu também em grande parte o facto de a tutela britânica, personalizada nos oficiais britânicos que comandavam o exército português, por cá se ter mantido após o fim das invasões, e sem que se lhe vislumbrasse um fim.
O movimento que estaria na base do que se passou a seguir envolveu muita gente, de comerciantes a juristas e passando naturalmente por militares, tendo em consideração o fim em vista. A origem do movimento? No Porto, pois claro!
continua
HVA, Eindhoven, Holanda
Nessa época reinava em Portugal D. João VI, o Clemente, que não ficou por cá a ver como paravam as modas. Mudou-se (apenas de bagagens, as armas eram mais precisas cá...) com as Cortes para o Rio de Janeiro.
Apesar da presença francesa no nosso país ter terminado em 1813, conforme (oportunamente...) descrevi aqui, o regresso de D. João VI a Portugal não se deu de imediato, longe disso. Tal só viria a acontecer em Julho de 1821, provocado pelos acontecimentos que entretanto se precipitaram.
D. João VI
A prolongada ausência do rei não era o único motivo para o descontentamento que se foi gerando. Para tal contribuiu também em grande parte o facto de a tutela britânica, personalizada nos oficiais britânicos que comandavam o exército português, por cá se ter mantido após o fim das invasões, e sem que se lhe vislumbrasse um fim.
O movimento que estaria na base do que se passou a seguir envolveu muita gente, de comerciantes a juristas e passando naturalmente por militares, tendo em consideração o fim em vista. A origem do movimento? No Porto, pois claro!
continua
HVA, Eindhoven, Holanda