29/09/2005

Lugares #111

Este rectângulo, onde hoje sobrevive um povo anémico e resignado, foi palco de momentos empolgantes, em que se verificaram inúmeros conflitos, que haviam, aliás, de estar na sua origem. É assim normal que a história de muitas das aldeias e vilas de Portugal nos fale de povos vários, invasões diversas e guerras violentas. Atente-se, por exemplo, nesta apresentação:

"Os Túrdulos, os lusitanos, os romanos, os suevos, os visigodos, os mouros e por fim os cristãos da Europa, todos eles por aqui passaram e deixaram marcas indeléveis. Tanto assim que, em Marialva, cada uma das suas pedras é mais do que um livro aberto: é um testemunho precioso da sua história única".
(http://www.cm-meda.pt/concelho/freguesias/marialva/index.htm)



Os livros dizem-nos que aquilo que os suevos e os visigodos por lá foram construindo os mouros acabaram por destruir, que Alá não apreciava tantos símbolos cristãos em tão pouco terreno. O século XII marcaria definitivamente Marialva, com o foral atribuído por D. Afonso Henriques (1108/9-1185) e o início do povoamento. No século seguinte D. Dinis (1261-1325) criaria a feira mensal de Marialva.



Pois não foi a feira mensal mas a medieval que desta vez nos fez ir para aquelas bandas. E que extraordinário passeio este, efectuado ao longo das margens do rio Douro e temperado com uns peixinhos do rio devidamente regados, logo ali à saída da Régua! O resto, conta-se em imagens.





Internet

http://www.cm-meda.pt/
http://www.cm-meda.pt/concelho/freguesias/marialva/
http://www.piscos.net/

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