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11/02/2013

Sinfonias #42: Sinfonia Nº9, de Anton Bruckner

O perfeccionismo do compositor austríaco Anton Bruckner (1824-1896) levou-o a rever frequentemente as 9 sinfonias que compôs, daí resultando várias versões e uma dose razoável de confusão durante largos anos. As versões mais conhecidas são as dos musicólogos Robert Haas (1886-1960), mais próximas das respectivas versões originais, e Leopold Nowak (1904-1991), que tiveram mais em consideração as diversas alterações introduzidas pelo compositor.

Claro que a 9ª sinfonia não fugiu à regra, com as devidas edições "Haas" e "Nowak", mas sofreu de um problema extra: no dia 11 de Outubro de 1896 o compositor foi fazer o seu passeio matinal, regressou a casa e faleceu pouco depois, deixando esta sinfonia inacabada. Como seria de esperar, alguém apareceu para terminar o trabalho mas, geralmente, apenas os 3 andamentos que Bruckner deixou completos são interpretados, finalizando assim a sinfonia com o Adagio.

A estreia da Sinfonia Nº9 de Bruckner teve lugar há 110 anos, no dia 11 de Fevereiro de 1903.


CDs


Anton Bruckner
Symphony No.9 in D minor.
Berlin Philarmonic Orchestra
Günter Wand
RCA Red Seal 74321 63244-2
(1998)

Anton Bruckner
Symphonies - No.7 in E major; No.8 in C minor; No.9 in D minor.
Franz Schubert
Symphony No.5 in B flat major, D485.
SWR Stuttgart Radio Symphony Orchestra
Sergiu Celibidache
Deutsche Grammophon 445 471-2

Anton Bruckner
Symphonies - No.8 in C minor; No.9 in D minor.
Dresden Staatskapelle
Eugen Jochum
EMI Double Forte CZS5 73827-2
(1976, 1978)

Anton Bruckner
Symphony No.9 in D minor.
Saarbrucken Radio Symphony Orchestra
Stanislaw Skrowaczewski
Arte Nova 74321 80781-2

Anton Bruckner
Symphony No.9in minor.
London Symphony Orchestra
Colin Davis
LSO Live LSO0023
(2002)

Anton Bruckner
Symphony No.9 in D minor.
Stuttgart Radio Symphony Orchestra
Günter Wand
Profil Medien PH04058
(1979)

Anton Bruckner
Symphony No.9 in D minor (ed. Nowak).
BBC Symphony Orchestra
Reginald Goodall
BBC Legends BBCL4174-2
(1974)

Anton Bruckner
Symphony No.9 in D minor.
Stuttgart Radio Symphony Orchestra
Carlo Maria Giulini
Hänssler Classic CD93 186
(1996)

Anton Bruckner
Symphonies - No.4 in E flat, 'Romantic'; No.5 in B flat; No.6 in A major; No.7 in E major;
No.8 in C minor; No.9 in D minor.
Vienna Philharmonic Orchestra
Berlin Philharmonic Orchestra
Wilhelm Furtwängler
Music & Arts CD1209
(1942, 1943, 1944, 1951)

Anton Bruckner
Symphonies - No.4 in E flat, 'Romantic'; No.5 in B flat; No.6 in A major; No.8 in C minor; No.9 in D minor.
Franz Schubert
Symphonies - No.8 in B minor, 'Unfinished', D759; No.9 in C major, 'Great', D944.
Johannes Brahms
Symphony No.1 in C minor, Op.68.
Ludwig van Beethoven
Symphony No.1 in C, Op.21.
Munich Philharmonic Orchestra
Günter Wand
Profil Medien PH06013
(1993-2001)

Anton Bruckner
Complete Symphonies. Te Deum.
Emmy Loose (soprano), Hildegard Rössel-Majdan (alto), Anton Dermota (tenor),
Gottlob Frick (baixo), Alois Forer (órgão)
Singverein der Gesellschaft der Musikfreunde Wien
Vienna Symphony Orchestra
Volkmar Andreae
Music & Arts CD1227
(1953)

Anton Bruckner
Symphony No.9 in D minor.
Hallé Orchestra
Cristian Mandeal
Hallé CDHLL7524
(2007)

Anton Bruckner
Symphony No.9 (four movement version).
Berlin Philharmonic Orchestra
Simon Rattle
EMI 9 52969-2

'Hans Knappertsbusch - The Complete RIAS Recordings'.
Anton Bruckner
Symphonies - No.8 in C minor; No.9 in D minor.
+ Schubert, Beethoven, Strauss II, Nicolai, Haydn, Tchaikovsky, Komzák II.
Berlin Philharmonic Orchestra
Hans Knappertsbusch
Audite AUDITE21.405
(1950-52)


Internet



Anton Bruckner

30/11/2008

CDs #189: Beethoven, Symphony No.9, Furtwängler

Há dois maestros a quem sempre associei uma áurea de mistério: o italiano Arturo Toscanini (1867-1957) e o alemão Wilhelm Furtwängler (1886-1954). Ligados pela música mas separados pela política, pois Toscanini não perdoou a relação ambígua que Furtwängler manteve com o regime nazi. Só para dar uma ideia da tortuosidade de Furtwängler, relembro aquela famosa carta (1) que escreveu ao ministro da propaganda nazi, Joseph Goebbels (1897-1945) em Abril de 1933, mostrando a sua preocupação pela imposição de quotas máximas de músicos de origem judaica, e no quanto isso poderia prejudicar a qualidade da orquestra; na mesma missiva mostrava compreensão em relação a perseguições noutras áreas, havendo boas razões para tal, desde que não incluísse a musical...

Pergunto-me então se estes factos não terão repercussões na forma como avaliamos a sua obra, mas esta é uma pergunta condenada a ficar sem resposta. Naquilo que à música diz respeito, houve dois compositores em particular a que Furtwängler ficará para sempre ligado: Ludwig van Beethoven (1770-1827) e Johannes Brahms (1833-1897). Furtwängler atribuía uma especial importância à Sinfonia Nº9 de Beethoven e, a partir de certa altura, apenas a interpretava "em ocasiões especiais".

A gravação que trago aqui hoje é ainda um pouco mais especial, pois foi efectuada em Agosto de 1954 durante o Festival de Lucerna, e foi a última vez que o maestro a interpretou, pois faleceria cerca de 3 meses depois. Tem ainda a vantagem sobre outras suas gravações desta sinfonia pelo facto de ter sido gravada ao vivo, meio em que se sentia bem mais à-vontade. Além de contar no elenco com uma das minhas deusas, o soprano Elisabeth Schwarzkopf (1915-2006)...

Wilhelm Furtwängler faleceu há 54 anos, no dia 30 de Novembro de 1954.




Ludwig van Beethoven
Symphony No.9 in D, Op.125, "Choral".
Elisabeth Schwarzkopf (soprano), Elsa Cavelti (contralto),
Ernst Häfliger (tenor), Otto Edelmann (barítono)
Lucerne Festival Choir
Philharmonia Orchestra
Wilhelm Furtwängler
Music & Arts CD-790


Internet

Wilhelm Furtwängler
Bach Cantatas Website / The Wilhelm Furtwängler Society of America / Société Wilhelm Furtwängler / Naxos / Classical Notes / Wikipedia


(1) La Symphonie des Chefs, de Robert Parienté

26/06/2008

CDs #169: Maderna, Mahler, Symphony No.9

Conforme aqui referido recentemente, o compositor e maestro de origem italiana Bruno Maderna (1920-1973) esteve fortemente ligado à promoção da música do século XX, nomeadamente através da sua ligação a Darmstadt onde, a convite do seu fundador, Wolfgang Steinecke, dirigiu imensas obras no respectivo festival.

Maderna privou com alguns dos mais proeminentes nomes da música moderna, como Pierre Boulez (1925-), John Cage (1912-1992), Olivier Messiaen (1908-1992), Luigi Nono (1924-1990), Karlheinz Stockhausen (1928-2007) e Luciano Berio (1925-2003). Com este último Maderna fundaria, em 1955, o Studio Fonologia Musicale, o primeiro estúdio italiano de música electrónica.

Não deixa então de ser curioso que alguém que tanto fez pela música contemporânea, não só pelas obras que compôs mas também pelas que interpretou e gravou, se tenha igualmente salientado nos clássicos vienenses e nas sinfonias de Gustav Mahler (1860-1911). Por este último, em particular, foi nutrindo uma cada vez maior admiração, tendo chegado a afirmar que (frase retirada do livro que acompanha o disco) "(...) In recent years I have fallen in love with Mahler, and this is now an even more important thing for me than my admiration for Debussy and Schoenberg (...). What do I mean? Just the opposite of Stockhausen: that is, music is all romantic".

É precisamente uma sinfonia de Mahler, a , que Maderna nos traz com este disco, numa interpretação extraordinária. Ou como diria Jorge Rodrigues, nos saudosos tempos da Antena 2, "apertem os cintos de segurança!"...

A Sinfonia Nº9 de Gustav Mahler foi estreada a 26 de Junho de 1912, passam hoje 96 anos, por um já nosso velho conhecido, o maestro Bruno Walter (1876-1962).




Gustav Mahler
Symphony No.9 in D minor.
BBC Symphony Orchestra
Bruno Maderna
BBC Legends BBCL4179-2
(1971)


Internet

Bruno Maderna
Bach Cantatas Website / Karadar Classical Music / Bruno Maderna / HighBeam Encyclopedia / Wikipedia

21/03/2008

SACDs #16: Franz Schubert, Symphonie No.8, "Gross"

Entre 1813 e 1818 o compositor austríaco Franz Schubert (1797-1828) compôs 6 sinfonias; após esse período apenas escreveu mais uma sinfonia completa, tendo-nos deixado pelo meio esboços de mais algumas. Schubert datou de Março de 1828 o manuscrito dessa última sinfonia completa, mas há evidências recentes de que a terá composto entre 1825 e 1826. Como resultado de tudo isto, aquela que nós conhecemos como a Sinfonia Nº9 de Franz Schubert já foi apelidada de 7, 8 e 10; os nossos amigos germânicos, por exemplo, acham que ela é a Sinfonia Nº8, e é assim que ela aparece designada no disco que aqui trago hoje, por originário daquelas bandas. Por isso, apesar do título do disco, as sonoridades lá contidas dizem respeito à Sinfonia Nº9, e é dela de que se aqui hoje falará!

Apesar de ser hoje um dos compositores mais conhecidos, Schubert raramente saboreou o sucesso; apenas no ano da sua morte se pode dizer que ele sentiu algum reconhecimento, quando algumas das suas obras foram interpretadas no Musikverein de Viena, e tiveram uma recepção entusiástica. Fora isso, dificilmente se poderá encontrar um outro momento em que Schubert, na sua curta vida, tenha visto uma obra sua ser entusiasticamente recebida. Esta Sinfonia Nº9 é disso um exemplo significativo: ainda Schubert era vivo, a Gesellschaft der Musikfreunde, os tais do Musikverein..., recusaram-se a tocá-la por, aparentemente, estar além das suas possibilidades. O manuscrito foi mais tarde, em 1838, encontrado por Robert Schumann (1810-1856) em casa de Ferdinand Schubert (1794-1859), irmão de Franz, mas não conseguiu estreá-la, perante as recusas das orquestras de Viena e de Paris. A estreia aconteceria apenas em 1839, no dia 21 de Março, na cidade de Leipzig e com o nosso já conhecido Felix Mendelssohn (1809-1847) a dirigir a orquestra. E, mesmo nessa altura, Mendelssohn viu-se forçado a apresentá-la numa versão abreviada, curta de muitas das repetições, quando é hoje opinião (quase) unânime de que ela só faz sentido se a sua integridade, todas as repetições incluídas, for respeitada.




Franz Schubert
Symphonie No.8, "Grosse", C-Dur.
Bamberger Symphoniker
Jonathan Nott
Tudor 7144
(2007)


Internet

Franz Schubert
Classical Music Pages / The Schubert Institute (UK) / Wikipedia / Classical Net / Naxos

16/01/2008

CDs #149: Bruno Walter Conducts Mahler

O maestro de origem alemã Bruno Walter (1876-1962) é indubitavelmente um dos meus preferidos, para o que em muito terá contribuído a sua relação estreita com o grande sinfonista Gustav Mahler (1860-1911). Relação essa que começou em Hamburgo em 1894, quando Walter para lá foi como regente do coro da ópera dessa cidade, e onde teve a oportunidade de trabalhar pela primeira vez com Mahler; 7 anos depois voltariam a trabalhar juntos, quando Walter aceitou o convite do compositor para ser seu assistente em Viena, colaboração que se manteria até aos finais da década de 1900, altura em que Mahler partiu para outras paragens. A ligação de Walter com a música de Mahler manter-se-ia, contudo, e o maestro viria ainda a estrear duas obras após a morte de Mahler, ocorrida em 1911: O Canto da Terra e a Sinfonia Nº9.

A referida Sinfonia Nº9 foi estreada por Bruno Walter em Viena, no dia 26 de Junho de 1912. Há 70 anos, no dia 16 de Janeiro de 1938, Walter interpretou de novo esta sinfonia, no Musikverein de Viena, concerto que um dos pioneiros das gravações de música erudita com o fonógrafo, Fred Gaisberg (1873-1951), se encarregou de registar. Gravação a todos os títulos histórica, por termos Walter à frente da Orquestra Filarmónica de Viena, e por se estar em vésperas de novo grande conflito, a apenas um par de meses de a Alemanha anexar a Áustria. Walter, de origem judia, vir-se-ia forçado a partir, primeiro para França e posteriormente, em 1939, para os Estados Unidos. Exílio de forma alguma inesperado, se nos lembrarmos de que já em 1933 tinha tido problemas com as autoridades nazis, que lhe cancelaram 2 concertos pelas suas raízes erradas... Voltaria a Viena apenas após o fim do conflito, em 1945.

Esta gravação, original da editora His Master's Voice (HMV), foi reeditada pela Dutton em 2001, e é essa edição que por aqui revoluciona furiosamente.




Bruno Walter conducts Mahler
Symphony No.9 in D minor.
Vienna Philharmonic Orchestra
Bruno Walter
Dutton CDBP9708


Internet

Bruno Walter
The Bruno Walter Memorial Foundation / Sony Classical / Bach Cantatas Website / Wikipedia

16/12/2007

Sinfonias #24: Sinfonia Nº9 "Do Novo Mundo", Op.95, de Dvorák

Em 1892 o compositor checo Antonin Dvorák (1841-1904) mudou-se para os Estados Unidos, mais precisamente para Nova Iorque, onde permaneceu até Maio de 1894. Regressaria em Novembro desse ano, e lá viria a permanecer até Maio de 1895.


Antonin Dvorák

A primeira obra que lá compôs foi, simultaneamente, a que mais popularidade viria a atingir, sendo ainda hoje uma das mais tocadas e gravadas do repertório clássico. Apropriadamente designada por "Do Novo Mundo", a Sinfonia Nº9, Op.95 de Dvorák teve a sua estreia no dia 15 de Dezembro de 1893. Na altura a Orquestra Filarmónica de Nova Iorque foi dirigida pelo maestro húngaro Anton Seidl (1850-1898).

Escrita entre Janeiro e Maio de 1893, pouco tempo depois, portanto, de ter chegado aos Estados Unidos, esta sinfonia exibe já influências americanas, reconhecidas pelo próprio compositor quando afirmou: "Escrevi simplesmente temas meus, dando-lhes certas particularidades da música dos Negros e dos Peles-Vermelhas (...)".

Para tentar fugir à maldição da 9ª sinfonia, que já havia sido fatal para Beethoven (1770-1827), Schubert (1797-1828), Bruckner (1824-1896) e Mahler (1860-1911), Dvorák baralhou a sequência de uma boa parte das suas sinfonias, e chamou a esta. Em vão, não viveu o suficiente para compôr a décima...


CDs





Hallé Orchestra
Hamilton Harty
Hallé Tradition CD HLT8000

Berlin State Opera Orchestra
Erich Kleiber
Naxos 8.110907

All American Youth Orchestra
Leopold Stokowski
Music & Arts CD841

Concertgebouw Orchestra
Willem Mengelberg
Teldec 8573-83025-2

Vienna Philharmonic Orchestra
Herbert von Karajan
Deutsche Grammophon 439 009-2

Israel Philharmonic Orchestra
Leonard Bernstein
Deutsche Grammophon 427 346-2

Berlin Philharmonic Orchestra
Claudio Abbado
Deutsche Grammophon 457 651-2

Royal Concertgebouw Orchestra
Nikolaus Harnoncourt
Teldec 3984-25254-2

Budapest Festival Orchestra
Iván Fischer
Philips 464 640-2

London Symphony Orchestra
Colin Davis
LSO LSO0001


Internet

Antonín Dvorák
Classical Net
/ Classical Music Pages / Wikipedia / Naxos

01/05/2005

Compositores #30: Antonin Dvorák (1841-1904)

No ano passado comemorou-se o centenário da morte do compositor checo Antonin Dvorák, assinalado no desNorte neste texto publicado a 16 de Dezembro, dia em que, em 1893, ocorreu a estreia da sua sinfonia mais conhecida, a Do Novo Mundo. Hoje passam exactamente 101 anos sobre a sua morte, e Dvorák volta às páginas deste blogue.


Antonin Dvorák

Apesar da sua quase obsessão pela ópera, a notoriedade de Dvórak não adveio das obras que compôs dentro desse género musical. Há uma obra que o marca indelevelmente, e que ainda hoje lhe garante reconhecimento generalizado: trata-se da referida Sinfonia Nº9 "Do Novo Mundo", com direito a mais de 100 gravações diferentes disponíveis no mercado!

Pois nós aqui não seguiremos os trilhos mais populares, renderemos antes a devida homenagem operática, género a que o compositor se dedicou em exclusivo nos últimos anos da sua vida. Da sua primeira ópera, Alfred, não há (tanto quanto por aqui sabemos...) edições em disco. Mais sucesso tiveram algumas das seguintes: The Stubborn Lovers, Vanda, The Cunning Peasant, Dimitrij, (obviamente) Rusalka e Armida. Curiosamente, ou talvez não, também dificilmente se encontrará uma boa gravação de Armida, a sua última ópera e composição. De resto, à excepção dos casos mencionados, há escolha possível entre várias versões em disco das óperas, pelo que desejamos boas opções e... boas audições!


CDs



Vanda.
O. Romanko, I. Chistyakova, M. Breedt, P. Straka, J. Pavelec, I. Kusnjer
Prague Chamber Choir
Cologne Radio Chorus and Symphony Orchestra
Gerd Albrecht
Orfeo C149003F

The Stubborn Lovers.
Z. Kloubová, J. Sykorová, J. Brezina, R. Janál, G. Belácek
Prague Philharmonic Chorus
Prague Philharmonia
Jiri Belohlávek
Supraphon SU3765-2

The Cunning Peasant.
V. Zítek, E. Depoltová, K. Berman, K. Prusa, J. Sobehartová
Prague Radio Chorus and Symphony Orchestra
Frantisek Vajnar
Supraphon SU0019-2

Dimitrij.
L. M. Vodicka, D. Drobková, M. Hajóssyová, L. Ághová, P. Mikulás
Prageu Radio Chorus
Czech Philharmonic Chorus and Orchestra
Gerd Albrecht
Supraphon 11 1259-2

Rusalka.
M. Subrtová, E. Haken, M. Ovcacíková, I. Zídek, , A. Míková
Prague National Theatre Chorus and Orchestra
Zdenek Chalabala
Supraphon SU0013-2

13/11/2004

Concertos #2

Hoje à noite, no Mosteiro de S. Bento da Vitória,no Porto, a Orquestra Nacional do Porto irá interpretar a Sinfonia Nº9 de Gustav Mahler (1860-1911), um dos maiores sinfonistas de todos os tempos.


Gustav Mahler

Vai ser a primeira vez que vamos assistir a um concerto desta orquestra, estamos extremamente curiosos para ver como vão abordar as diferentes tonalidades que percorrem esta sinfonia. Boas audições, que depois reportaremos!


Orquestra Nacional do Porto


Links

http://www.dhm.de/lemo/html/biografien/MahlerGustav/
http://www.classical.net/music/comp.lst/mahler.html
http://w3.rz-berlin.mpg.de/cmp/mahler.html